terça-feira, 2 de outubro de 2012

Eleição municipal 2012


Macaibenses, Macaibeiros e Macaibistas
Aproxima-se a reta final da campanha política na cidade de Macaíba, uma vez que não temos condições de termos segundo turno. A eleição definir-se-á no domingo, 07 de outubro de 2012. As campanhas eleitorais costumam mexer com as paixões dos brasileiros. Em nossa cidade, Macaíba, não é diferente.  Aconteceram campanhas memoráveis. Todas foram marcantes e tiveram uma dose de romantismo, emoção e conflito.
Entretanto, cabe a nós estabelecer que o grau de conflitos em uma campanha eleitoral não deve chegar às ultimas consequências. Afinal, trata-se de um acontecimento democrático, no qual as opiniões devem ser respeitadas. Não há unanimidade, todos nós temos ideias divergentes e convergentes. O fato de ter escolhido votar em quem quer que seja cabe exclusivamente a cada um. E pronto. Devemos respeitar as decisões de quem diverge da nossa. O campo do debate, das gozações, do conflito deve ater-se aos comícios, caminhadas, carreatas. Passar para a agressão, para a violência, para atos intoleráveis deve ser uma atitude reprovável e jamais ser aceita por todos.
Chamo aos militantes das três cores que mantenham a calma e a dignidade. A eleição vai ser decidida às 17h do dia 7 de outubro de 2012, pelo meio mais democrático que a história tem mostrado: o voto. Não vai ser com agressões e intimidações que acontecerá qualquer mudança eleitoral. No fim, o que deve prevalecer são as nossas amizades e a união para cobrarmos dos eleitos as promessas feitas durante a campanha.
 Quero ressaltar também que fiquem atentos à compra de votos. Não se deve aceitar que pessoas sejam eleitas comprando descaradamente votos. A venda do voto é a venda de seus direitos para os próximos quatro anos. O político que compra o voto não vai se preocupar de forma alguma, depois de eleito, com propostas para nossa cidade e seus eleitores. Vai ser mais um a corromper e corromper-se neste país que anseia por mudança. O eleitor é quem faz a diferença nas eleições.
Por isso, tenhamos calma e serenidade na reta final da campanha. Vamos debater, buscar mais votos para nossos candidatos, vamos aos últimos comícios, carreatas e reuniões, mas com PAZ na nossa caminhada e RESPEITO nas nossas atitudes.
Anderson Tavares, eleitor da 33ª seção da Comarca de Macaíba (antiga do Potengi).

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Cia. de Teatro Ronco do Boitatá

Foto: Cláudio Marques. Acervo: Anderson Tavares


Em 19 de setembro foi comemorado o dia dedicado ao teatro. Rendo minhas homenagens ao abnegados artistas macaibenses, que desde remotos tempos, já atuavam nas ribeiras do Jundiaí. No postal da década de 90, destacam-se, entre outros Júscio Marcelino, Glória Maria, Elizabeth (Beta) Carneiro, Rosileide, Sandro, Fofão.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Imagens de campanha


A história das campanhas políticas municipais em Macaíba, também pode ser contata através das fotos oficiais dos candidatos ao longo dos anos. Assim, temos uma coleção de fotos que remontam aos anos 40, período da redemocratização em que as campanhas políticas partidárias se tornaram uma constante em todo o Brasil.


CAMPANHA 2008






CAMPANHA 2004








CAMPANHA 2000










CAMPANHA 1996


CAMPANHA 1987




CAMPANHA 1982



CAMPANHA 1976






CAMPANHA 1972


CAMPANHA 1968



CAMPANHA 1958



CAMPANHA 1953



CAMPANHA 1948








quarta-feira, 25 de julho de 2012

Algumas imagens do lançamento do livro Teotônio Freire: fragmentos de um legado.

Com Ticiano Duarte


    
  Anderson, Anna Maria Cascudo, Carmem Lúcia Alves Rocha e Denise Pereira Gaspar

 Com Anna Maria Cascudo e Diógenes da Cunha Lima






                                      

Algumas imagens do lançamento do livro Teotônio Freire: fragmentos de um legado, de Anna Maria Cascudo Barreto e Anderson Tavares, no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Convite lançamento de livro





O livro “Fragmentos de um legado”, um perfil biográfico do desembargador Teotônio Freire (1858-1944), de autoria da jornalista. Escritora e procuradora estadual aposentada Anna Maria Cascudo Barreto, será lançado no dia 25, às 17 horas, no salão de entrada do edifício-sede do Tribunal de Justiça do RN.

Para realização do trabalho, a autora contou com a colaboração dos pesquisadores Anderson Tavares, autor da genealogia dos Freire; e Eduardo Gosson, pesquisador da história da Justiça no Rio Grande do Norte.

José Teotônio Freire foi o autor do Código de Processo Penal do Rio Grande do Norte, (Lei 449 de 30.11.1918), e traduziu do italiano para o português “As nulidades no Processo Penal”, do mestre italiano Caetano Leto, da Universidade de Palermo.

Chegou ao cargo de desembargador em 1898. Em 1909 foi eleito presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte permanecendo no cargo durante 13 anos (1909-1921). Era sogro do historiador Luís da Câmara Cascudo, na condição de pai de dona Dália e, em consequência avô da autora, Anna Maria Cascudo.

Ao deixar a presidência do TJRN em 1921, Teotônio Freire ainda se submeteu a um concurso público para juiz federal, sendo aprovado em 1º lugar, permanecendo no serviço público até 18 de janeiro de 1937, quando se aposentou. Faleceu em Natal, aos 81 anos, em 1944.
 
Fonte: Site do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte

sexta-feira, 20 de julho de 2012

O livro de Gláucia Maranhão Tavares


Recebi da minha prima Gláucia de Albuquerque Maranhão Tavares seu livro: A vida do maestro Mário Tavares. Trata-se de um testemunho autêntico e verdadeiro de quem conviveu com um dos maiores mestres da regência brasileira, com atuação internacional reconhecida.

Escrito de forma objetiva, de fácil compreensão, sem os floreios estilísticos que só distanciam os leitores, o livro de Gláucia Maranhão Tavares nos toca pela evocação sentimental de um tempo vivido com intensidade e companheirismo. A publicação traz muitas imagens que retratam a vida do maestro desde os tempos de infância em Natal até suas apresentações internacionais.

Trata-se de documento histórico que resgata a memória do maestro Mário Tavares numa perspectiva familiar. Potiguar de nascença, Mário Tavares muito cedo partiu de sua terra e foi pousar em outras plagas, onde construiu uma história grande e cheia de vitórias.

Mário Tavares (1918-2005) era filho do casal Jorge Tavares e Dulce Palma Tavares. Foi neto paterno de Olímpio Tavares e Amélia Augusta de Albuquerque Maranhão e neto materno do poeta Francisco Tavares Pereira Palma e Nazinha Tavares.

Gláucia Maranhão Tavares foi imensamente feliz em nos legar o seu testemunho autorizado sobre o grande artista que foi Mário, que certamente não teria alcançado o reconhecimento que teve, sem o afeto, carinho e compreensão da presença decisiva da companheira.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Bruno Bourgard

                                          Anúncio no Jornal Rio Grande do Norte de 1892

                                                       Bruno Bourgard

Da família Bourgard, Max foi o primeiro a chegar ao Brasil. Deixou a Alemanha com aproximadamente 18 anos, fugindo do serviço militar. Em Recife, o rapaz foi acolhido pelo cônsul da Alemanha que, posteriormente, o entregou a uma família de ourives no município de Jaboatão, com quem aprendeu as artimanhas da profissão que abraçou por um determinado tempo. 

Seu pai, um técnico em curtume, foi contratado para assessorar a instalação de uma indústria congênere no Rio de Janeiro e trouxe toda a família (mulher, filha e o filho Bruno Bourgard). Finda a missão no Brasil, a família Bourgard retorna para a cidade de Altenburg, na Alemanha, e Bruno decide ficar e se associar ao irmão Marx. A atividade dos irmãos Bourgard se estendeu por vários estados do Norte e Nordeste. 

Segundo o neto de Bruno – Roberto Bourgard – os dois irmãos tinham conhecimento de fotografia desde a Alemanha. Max era mais comerciante do que fotografo, enquanto Bruno se dedicava ao aperfeiçoamento das técnicas do seu metiê. Os irmãos chegaram na Paraíba em 1889. Possuíram estúdios: Rua Conde D’Eu, 4 Campina Grande, PB; Rua da Areia, 77 Parahyba (João Pessoa), PB e Rua Treze de Maio (Princesa Isabel), 38 Natal, RN.

A sociedade foi desfeita possivelmente em 1897 e, no ano seguinte, Bruno, já por conta própria, oferecia seus serviços ao público de Natal (Diário do Natal, 2 ago. 1898, p.2). O mesmo anúncio foi publicado em 55 edições. Logo a seguir, ao longo do mês de novembro, informava que se retiraria por um período da capital (Diário do Natal, 1 nov. 1898, p.2). No final do mesmo ano encontrava-se de regresso, oferecendo seus serviços “quer esteja o dia limpo quer nublado” (Diário do Natal, 29 dez. 1898, p.2), anúncio repetido até o final do ano seguinte em 264 edições do periódico.

O fotografo Bruno Bourgard foi um itinerante clássico, prosseguindo com suas viagens pelo interior do Nordeste em busca de clientes. No Rio Grande do Norte em especial, se fazia presente nas festas das padroeiras locais, retratando as pessoas e algumas vezes aspectos urbanísticos das cidades e vilas por onde passava. Em 1904, o governador Alberto Maranhão solicitou seu estúdio para fazer imagens da capital Natal, quando Alberto deixava o governo para Tavares de Lyra.

Em 1907, vamos reencontrar anúncios da Photographia Allemã de Bruno Bourkhardt (sic) em Natal, onde permaneceu pouco mais de dois meses (Diário do Natal, 28 ago. 1907, p.2). Para não se confundir com o irmão, parece ter recuperado seu verdadeiro nome de família, Bourkhardt, e passou a adotá-lo em seus anúncios. Talvez, a adoção do nome artístico Bourgard (uma versão afrancesada) tenha sido uma decisão dos irmãos visando facilitar a assimilação do nome pela maioria das pessoas que solicitava seus serviços. Bruno permaneceu na atividade até meados da década de 1930, quando faleceu.

Bruno Bourgard casou no início do século XX e fixou-se definitivamente na capital Paraibana. Enedina Toscano (D. Sinhá) era o nome da esposa de Bruno. O casal teve os seguintes filhos: Alberto, Wilhelm, Joseph, Ronald, Maria Neusa e Elizabeth.

domingo, 13 de maio de 2012

A mensagem de Augusto Severo

Panfleto original que Augusto Severo levava no dia 12 de maio de 1902. Pertenceu a sua sobrinha Mabel Tavares, hoje no acervo de Anderson Tavares. 

"Réplica" do panfleto de 1902, distribuída pela Prefeitura de Macaíba nos 110 anos do desastre. 

Mabel Tavares, sobrinha de Augusto Severo, escreveu a melhor biografia sobre o tio, onde revela pela primeira vez  o homem independente do PAX. (Foto acervo Anderson Tavares).

Capa do livro de Mabel Tavares. (acervo Anderson Tavares).