quinta-feira, 25 de novembro de 2010
II Encontro de Genealogia do Seridó
sábado, 20 de novembro de 2010
José Bezerra de Araújo Galvão: O patriarca do Seridó

Estátua do Cel. José Bezerra em Currais Novos/RN, inaugurado em 16-11-1953. Foto: Anderson Tavares de Lyraquinta-feira, 11 de novembro de 2010
Os 90 anos de Sua Eminência o Cardeal Sales
Dom Eugênio com o Papa João Paulo I, em 1978.
Dom Eugênio e o Papa João Paulo II.
Dom Eugênio e o Papa Bento XVI.Sertão do Seridó – Terra forte e bela. Em seu cerne mineral, o milagre do amor: homens e mulheres, fortes e destemidos. Como os habitantes, seus desbravadores, povoadores primeiros. Dessa gênese, os homens comuns, os letrados, os artistas, os religiosos, legando amor, sabedoria, criatividade, religiosidade. Destes, aquele que de seu coração e de sua alma fez brotar o amor aos homens e ao Cristo, doando-se ao Ministério de Deus.
Homem de Fé: Dom Eugênio nasceu na Fazenda Catuana, em Acari (RN), no dia 8 de novembro de 1920, sendo filho do Dr. Celso Dantas Sales e D. Josefa de Araújo Sales (Téca) e irmão de Dom Heitor de Araújo Sales, Arcebispo Emérito de Natal, Rio Grande do Norte. Foi batizado na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Guia, em Acari, no dia 28 de novembro de 1920. De família muito católica, era bisneto de Cândida Mercês da Conceição, uma das fundadoras do Apostolado da Oração na cidade de Acari.
Menino desta paisagem agressiva do sertão: inteligente, irrequieto, curioso...Sua vida – uma preocupação com a evangelização do povo. Sacerdote, Bispo, Arcebispo, Cardeal a 1º de maio de 1969 (Titular de São Gregório), concedido pelo Papa Paulo VI. Dom Eugênio de Araújo Sales costuma dizer: “eu sou do sertão. Deus me indicou os caminhos do mundo, eu só tinha que obedecer.”
De família muito católica, realizou seus primeiros estudos em Natal, inicialmente em uma escolar particular, depois no Colégio Marista e finalmente ingressou, em 1931, no Seminário Menor. Realizou seus estudos de Filosofia e Teologia no Seminário da Prainha, em Fortaleza, Ceará, no período de 1931 a 1943.
Ordenado bispo ainda muito jovem, aos 33 anos, assumiu como bispo auxiliar de Natal em 1954, e em 1962 tornou-se administrador apostólico dessa mesma arquidiocese. Em 1964 tomou posse como administrador apostólico de Salvador, sendo elevado a arcebispo dessa sede em 1968, tornando-se, assim, primaz do Brasil (isto é, arcebispo da diocese mais antiga do país).
Em 1969, Dom Eugênio Sales foi feito cardeal pelo papa Paulo VI. Em 1971 tornou-se arcebispo do Rio de Janeiro, função em que permaneceu até 2001, quando se aposentou. Desde então é arcebispo emérito. Entre 1972 e 2001 acumulou também a função de bispo dos fiéis de Rito Oriental do Brasil. Foi também membro de 11 congregações na Cúria Romana. Sua vida apostólica foi marcada pela defesa da ortodoxia católica e pela oposição à Teologia da Libertação.
Destacam-se dentre as atividades de Dom Eugênio, a criação do Movimento de Educação de Base e, com ele, as escolas radiofônicas; a criação dos primeiros sindicatos rurais; a defesa de refugiados políticos; a criação de centros de atendimentos aos portadores de AIDS, a criação da pastoral carcerária e a Campanha da Fraternidade que foi realizada pela 1a. vez na Quaresma de 1962 nas três dioceses da Província Eclesiástica do RN: Natal, Mossoró e Caicó.
Intelectualmente ativo, Dom Eugênio mantém colunas nos seguintes jornais: Jornal do Brasil, O Globo, O Dia e Jornal do Comercio. Além de ter publicado os livros A Voz do Pastor; Viver a Fé em um Mundo a Construir.
Dom Eugênio também ficou conhecido por ajudar perseguidos políticos durante o regime militar. Fato interessante narrado por reportagem da revista Veja de 1991, diz que em plena treva do Regime Militar, o grampo do Centro de Investigações do Exercito, o famigerado CIE, capturou um momento de indignação do cardeal. Dom Eugênio se queixava com a sua interlocutora, lamentando que determinado preso político continuava a ser torturado, mesmo depois de promessas de que estava sendo bem tratado.
No dia seguinte, telefona um coronel para dizer a Dom Eugênio que ele estava enganado. A combinação funcionou. O cardeal usou o grampo para saber de uma informação que, apesar do seu trânsito na área militar, não conseguiria de outra maneira.
Esse engajamento incluiu, no período compreendido entre 1976 e 1982, a defesa de refugiados políticos não só do Brasil, mas também dos regimes militares latino-americanos. Dom Eugênio montou, nessa época, uma rede de apoio a esses refugiados, abrigando-os, primeiramente, na sede episcopal (Palácio São Joaquim) e depois em apartamentos alugados com essa finalidade. Contou com apoio da Cáritas brasileira e do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados para financiar essa estadia, até conseguir asilo político a essas pessoas em países europeus.
Numa terra regada pelo sangue dos primeiros mártires da fé, Dom Eugênio atingiu os mais elevados postos na Hierarquia Eclesiástica do Brasil e do Mundo, graças às suas promoções pastorais, ao seu pioneirismo no campo social em natal, Salvador e Rio de Janeiro. É, por todos os títulos um orgulho da terra potiguar.
"De mui boa vontade gastarei o que é meu, e me gastarei a me mesmo, pelas vossas almas, ainda que, amando-vos mais, seja menos amado por vós". (Cor. 12,15).
Ad Multos Annos!!
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Sobre a pesquisa genealógica

A pesquisa genealógica permite-nos, também, conhecer o que se passou no mundo antes de nós e melhor entender o que ocorre nos dias de hoje, uma vez que a História costuma repetir-se.
Há muitas obras já publicadas no campo da Genealogia, propiciando-nos a sua leitura não só o encontro de parentes e informações preciosas, como também o aumento de nossos conhecimentos sobre os costumes da época de nossos antepassados e sobre os lugares em que viveram. Passamos a entender os motivos por que mudavam de um local para outro, por que razão muitas mulheres morriam com pouca idade, o que levou alguns à perda de grandes fortunas e outros à conquista de expressivo patrimônio, e assim por diante.
A Genealogia é uma das mais belas e úteis ciências, quando cultivada em função da terra e do sangue. A preocupação absorvente da gleba e da Família, do apego ao chão e às tradições domésticas, fecunda as raízes das árvores genealógicas que são áridas e frias, inexpressivas e mudas quando redundam em simples enumeração de ascendentes e descendentes.
Florescem os seus ramos, enfeitam-se de cor e de som, animam-se, enchem-se de vida, esmaltam-se de glória sentida e compreendida, quando investigamos nos alfarrábios e tiramos do pó o espírito dos antepassados, para viver suas existências, comungar suas obras, beber suas lições, impregnar-nos de suas virtudes e do heroísmo de seus martírios.
A consangüinidade, ligando um número relativamente grande de indivíduos, permite ao genealogista a tomada de dados que, reunidos em forma conveniente, podem servir para o estudo analítico de caracteres hereditários importantes, revelando, ao mesmo tempo, o valor de cada um dos antepassados, pela transmissão de aptidões intelectuais, particularidades de temperamento, traços físicos, etc.
Os quadros genealógicos não devem, portanto, ser constituídos unicamente de nomes e de datas. A simples descrição de ascendentes e descendentes torna as árvores genealógicas inexpressivas, áridas e vãs.
A Genealogia moderna, aperfeiçoando seus métodos de pesquisa histórica, ilustra-os com informações detalhadas sobre os fatos principais de cada pessoa, sua carreira, hábitos, traços físicos, atributos intelectuais e outros.
Reunir a vida dessas famílias cuja sombra cobre regiões infinitas é possuir verdadeiramente a explicação social e religiosa do nosso passado.
sábado, 30 de outubro de 2010
Membros da Academia Macaibense de Letras

sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Maria Alice Fernandes

Casou-se aos 14 anos com Francisco Fernandes Costa, segundo ela o pai da Odontologia no Rio Grande do Norte, e com ele teve apenas um filho, Ferdinando Fernandes Costa, que considerava "um filho excelente". Teve o filho aos 15 anos. É a única obstetriz do Rio Grande do Norte formada pela USP, onde defendeu tese de doutorado. Veio para o Estado e aqui realizou 13.987 partos.
Aluna brilhante, desde o curso primário em Macaíba, onde nasceu, o ginásio na Escola do Comércio e conclusão em Recife. Lá concluiu também o curso Científico. Fez um curso de obstetriz, em São Paulo, e ganhou uma bolsa para a Suíça. Passou quatro meses em Zurique. Retornou ao País e veio trabalhar aqui no seu Rio Grande do Norte.
Aposentou-se e continuou seu trabalho como fundadora da Liga Norte-rio-grandense contra o Câncer. Mantenedora do Hospital Luiz Antônio. Maria Alice ou Maralice, para os amigos, falava com fluência lembrando a menina desinibida oradora de turmas por onde passou.
“Eu não gosto de falar sobre mim. Prefiro falar do Hospital Luiz Antônio”., onde Maria Alice Fernandes é nome de uma sala de cirurgia colocado a sua revelia. Empreendeu inúmeros bingos, festas e promoções em prol do hospital. Desde a ampliação das salas de cirurgias, à aquisição do acelerador Linear adquirido através de uma campanha em todo o Estado. Na época, o governador José Agripino lançou um desafio a Maria Alice, caso ela conseguisse a metade do dinheiro do acelerador, o Estado entraria com a outra metade. Maria Alice conseguiu e o aparelho foi comprado nos EUA por US$ 600 mil dólares.
Nas entrevistas que concedeu, Maria Alice Fernandes falava do hospital Luiz Antônio com entusiasmo. Chegando mesmo às lagrimas. Lamentava o isolamento do doente pobre que após uma quimioterapia recebe dez dias de licença para passar em casa com a família e ninguém vem buscá-lo. Maria Alice colocava o doente no carro e ia deixá-lo em casa, onde faz uma preleção para sua família, onde afirmava que o doente precisa do apoio de todos. Principalmente dos seus familiares. Ajuda na recuperação.
Maria Alice Fernandes fez diversas viagens pela Europa e EUA, de onde trazia pratos oriundos de cada país visitado para compor uma coleção variada. Foi diretora do Lions Clube Leste, onde conseguiu chamar a atenção deste clube de serviços para diversos melhoramentos no hospital Luiz Antônio. Pertencia ainda a Sociedade Amigos da Marinha – Soamar – fundadora da Liga Norte-riograndense contra o câncer e da Rede Feminina Contra o câncer.
Morou algum tempo nos EUA, onde fez um curso de inglês como sua segunda língua. Foi professora deste idioma na Sociedade Brasil-Estados Unidos e na Escola Doméstica de Natal, onde introduziu o inglês no primário, lecionando gratuitamente para as crianças.
Apesar de uma vida agitada, Maria Alice guardava tempo para a poesia, seu poeta era Carlos Drumond de Andrade, já os autores prediletos foram Machado de Assis, Malba Tahan, Raquel de Queiroz, Lin Yutang e Gilbran Kalil Gilbran.
Assim foi Maria Alice Fernandes, um verdadeiro anjo da guarda do Hospital Luiz Antônio, juntamente com 40 voluntários ajuda nessa tarefa diária de manter o hospital e amenizar a dor do próximo. Sobre o que ela afirmava: “aliviar o sofrimento do próximo me dá uma imensa paz interior. E como compensação Deus tem sido muito generoso comigo”.
Faleceu no Rio de Janeiro em 16 de fevereiro de 1990, sendo o seu corpo transladado num avião cedido pelo Estado do RN para ser sepultado em Natal.
Todo o seu empenho pela saúde fez com que o governo do Rio Grande do Norte, em 1999, nomeasse o mais novo hospital pediátrico de Maria Alice Fernandes. Com a fundação da Academia Macaibense de Letras, em setembro de 2010, Maria Alice foi escolhida patrona da cadeira nº 23, cujo fundador é o odontólogo e escritor Héverton Duarte.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
João Alves de Melo
Iniciou seus estudos na cidade de São José com o prof. João Militão. Entrou, depois, no Colégio Santo Antonio (Marista), sendo seu professor Clodoaldo de Goes. Continuou seus estudos com o prof. Zuza, em Natal. Convidado pelo Sr. João de Miranda Galvão, fotógrafo muito comentado na sociedade natalense, João Alves aprendeu todos os segredos de fotografar, instalando seu atelier na travessa Quintino Bocaiúva, na Ribeira, passando depois para a Dr. Barata onde João Alves mantinha uma exposição permanente de fotos antigas e inéditas de Natal e que nos últimos anos servia de ponto de encontro entre intlectuais potiguares.
Além da cidade do Natal como paisagem natural, o fotógrafo documentou a história do Estado, fotografando os grandes acontecimentos, tais como a visita de Eva Perón, do Rei Faissal da Jordânia, do ator americano Tyrone Power; bem como a instalção da Assembleia Constituinte do RN.
Era sócio efetivo da Associação Brasileira de Imprensa, ABI - Rio de Janeiro, desde 1939. Sócio fundador da Associação norte-rio-grandense de Imprensa com os companheiros João Medeiros Filho, Dioclécio Duarte, Luís da Câmara Cascudo, Otto Guerra e Aderbal de França. Membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte.
Publicou vários trabalhos de pesquisa, em revistas como "A Cigarra" e "Bando". De sua, autoria são os livros: "Natureza e História do Rio Grande do Norte" – 1º volume, em 1969, e "Boi Calemba" (Folclore), lançado em 1976. Ainda inédito há um documentário em dois volumes sobre a segunda guerra mundial.
Faleceu João Alves de MeIo em 7 de outubro de 1980, já viúvo, deixando os seguintes filhos: Lêda, Bueno, Wellington, Gioconda, Frederico, Edmundo e Luiz. Na época de seu falecimento o seu filho Edmundo Melo afirmou: "a fotografia era para ele a prórpia vida. Nunca deixou de fotografar, apesar da doença e de já trêmulo".
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
O primeiro casamento civil da Macaíba
Em Macaíba, assim como em diversas partes do Brasil, muitas pessoas insurgiram-se contra a nova lei. Para elas, continuava em voga as certidões religiosas – como batistério e demais documentos. O Cel. Feliciano de Lyra Tavares foi perseguido pelo vigário de Macaíba por ter celebrado o primeiro casamento civil de São Gonçalo do Amarante onde era Juiz de Paz. A ira do padre foi tanta que acabou por excomungar Feliciano de Lyra Tavares, negando-lhe assento em sua própria tribuna de honra na matriz local.
Recorrendo aos arquivos do cartório local, encontrei o registro do primeiro casamento civil registrado em Macaíba. Do documento consta a união de João Paulino Damasceno Cunha e Emília Benvinda Barbosa Tinôco, a noiva era de família há muitos anos radicada em Macaíba. Foram testemunhas o comendador Umbelino de Mello e o major Afonso Saraiva, gente de prol e mando no pequeno universo local. Segue a certidão copiada Ipsis litteris.
Aos vinte e um dias do mês de fevereiro de mil oito centos e oitenta e nove, nesta Villa Districto de Paz da Paróchia de Nossa Senhora da Conceição da Macahyba, Província do Rio Grande do Norte, comparecerão no meo cartório João Paulino Damasceno Cunha e Emília Benvinda Barbosa Tinôco: elle de trinta e seis annos, natural da Villa de Papary e residente nesta Villa da Macahyba onde exerce a profissão de caixeiro, filho legitimo de Felizardo Francisco da Cunha, já fallecido e de Felisarda Conceição natural de Papary e residente em Ceará-Mirim, e a nubente com idade de vinte annos, natural da cidade do Natal e residente nesta Villa, sendo filha legitima de Aleixo Barbosa da Fonseca Tinôco, natural da cidade do Natal e Benvinda Francelina Barbosa Tinôco natural da cidade de São José, e moradora na cidade do Natal onde falleceu.
Exhibindo de (...) parocho d’esta matris José Paulino de Andrade, em dacta – digo data de vinte e um de janeiro do corrente anno, perante as testemunhas abaixo mencionadas e assignadas – que no dia desenove de janeiro do corrente anno, as sette horas da tarde, forão recebidos em matrimonio na matriz desta Villa com a assistência do referido parocho da mesma por concentimento do pae da noiva, por esta ser menor de idade, observando todas as formalidades dos casamentos feitos no Brasil, e forão testemunhas o comendador Umbelino Freire de Gouveia Mello, casado, com a idade de quarenta e cinco annos, commerciante, natural da Província da Parahyba do Norte e morador nesta Villa, e o major Affonso Saraiva de Maranhan, casado, idade de trinta e seis annos, commerciante, natural da província de Alagoas e morador nesta mesma Villa. Do que para constar, lavrei este assento em que comigo assignarão os declarantes e as testemunhas já mencionadas, aos quais foi lido o presente assento e acharão conforme. EU Belarmino Pinto de Oliveira e Castro, Escrivão de Paz o escrevi.
Belarmino Pinto de Oliveira e Castro
João Paulino Damasceno Cunha
Emília Benvinda Barbosa Tinôco
terça-feira, 5 de outubro de 2010
CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
O escritor JANSEN LEIROS FERREIRA, na condição de Presidente Provisório da Academia Macaibense de Letras – A.M.L., criada na Assembleia Especial realizada no dia 12 de setembro passado, no Solar Caxangá em Macaíba, CONVOCA os Acadêmicos que compõem a novel Instituição Cultural para comparecerem à Assembléia Geral Extraordinária, para atenderem à seguinte pauta:
Data: dia 09 de outubro de 2010;
Horário: 9:00 (nove) horas, em primeira convocação com 13 (treze) Acadêmicos e, em segunda convocação às 9,30 (nove e trinta) horas, com qualquer número acima de 8 (oito) Acadêmicos;
Local: auditório do Instituto de Radiologia de Natal – Natal – RN;
Pauta:
a) criação de novas cadeiras e escolha de novos acadêmicos;
b) re-ratificação do Estatuto da Academia, com as alterações aprovadas;
c) entrega dos “pelerines” aos acadêmicos;
d) outros assuntos correlatos.


